ROBSON PINHEIRO Fatura Título Gaúcho Após Lesão

Muito ouvimos falar de atletas que, após vencerem algum tipo de lesão, voltam ainda mais fortes e preparados para suas carreiras e desafios.

Aqui no Rio Grande do Sul, temos um belo exemplo disso!

Nada mais nada menos que o atual Campeão Gaúcho Open, Robson Pinheiro, superou uma séria lesão no joelho antes de conquistar o posto máximo de um competidor amador no estado.

Abaixo, segue um breve bate-papo que tivemos com o Robson, vulgo “Gambá”, que nos atendeu em meio sua rotina de aulas de surf na 88 Surf Funcional, treinos, estudos, trabalho como vendedor na De Lucca Surf Skate e pai de família.

(Pampa Barrels) – Como e quando foi tua lesão?

(Robson) – Minha lesão ocorreu quando eu tinha 15 anos de idade nessa época morava na praia do Rosa surfando na volta de um aéreo lesionei o ligamento colateral e desde então vinha me incomodando. E agora, por último, a lesão agravou jogando futebol.

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Robson Pinheiro no aéreo que originou a lesão. Praia do Rosa – SC / Arquivo Pessoal

E como desenrolou toda recuperação?

Como eu tenho apoio da clínica Efficience, o proprietário e fisioterapeuta Ademir Cardoso me ajudou em toda a recuperação da lesão, o que foi fundamental para voltar bem e,  vencendo.

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Ademir Cardoso / Clínica Efficience e Robson durante a recuperação do atleta.

Então, quer dizer que a lesão te ajudou a voltar ainda mais forte?

Com certeza a lesão me fez voltar com mais força e concentração! Estava com saudade de competir e isso me motivou a voltar mais fortalecido.

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Robson Pinheiro botando pressão em uma das etapas do gaúcho 2017. Foto: Luciano Sombrio

E o título gaúcho, esperava tanto ou ele veio ao natural?

O título veio meio que ao natural, pois estava me divertindo e sabia que seria muito difícil. O circuito só tem monstro – Tiago Braga, Zé Melo, Giovani Silva, Iuri Silva, Kaian Bernardo, Cristiano Cardoso, Tide Silva, Josias pedrinha, Jonas Brocca, Maurício Nunes, Luciano Fornari, pô, uma raça que surfa muito, só pedreira!!! Desde o 1° round, cada bateria era uma final, e eu só pensava em surfar como se estivesse fazendo um freesurf, mas, o que me ajudou mesmo, foi observar o mar onde quebravam as melhores ondas. E tinha altas ondas, do jeito que eu gosto, então o resto fluiu ao natural (kkkk)!

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E para este 2018 que se inicia, quais são seus planos – dentro e fora d’água?

Meu plano para 2018, fora d’água, será  focar na minha faculdade de educação física e no trabalho no ramo de educador físico. No surf, fazer uma surf trip e competir bastante, se conseguir renovar meus apoios para 2018.

Para finalizar, deixa aquele recado pra nova geração que almeja crescer dentro surf.

Quero dizer pra molecada nunca deixar de acreditar em seus sonhos, e para batalharem por aquilo que buscam na vida. Não dê ouvidos àqueles que disserem que algo dará errado, ou que não vai dar certo. Procure sempre fazer o bem, ser bom com o próximo, pois plantando o bem, colhemos o bem, se plantarmos o mal… E muito surf na veia, além de jamais deixar de lado os estudos já que, sem estudos, nem surfistas conseguimos ser!

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